Seminário do Setor Plástico do Brasil reúne empresários, políticos e representantes dos trabalhadores na Assembléia Legislativa

Evento abordou questões pontuais e planejamento de estratégias para fomentar o desenvolvimento deste importante segmento econômico do país.

O presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, disse durante o seminário, que o Brasil, se tornou uma liderança na produção de petróleo e o setor não pode perder a oportunidade de utilizar este diferencial competitivo para integrar a cadeia produtiva e agregar valor a petroquímica e química, tornando-se um referencial no mercado mundial do plástico. Para isto, ele lembra que a cadeia produtiva do setor precisa ser competitiva para sobreviver e crescer. “É importante este diálogo entre o setor produtivo, trabalhadores, governo e lideranças políticas que estamos tendo hoje neste Seminário.  É um grande oportunidade para alinharmos uma agenda estratégica para o setor”, enfatiza.
        
Roriz destacou ainda que, atualmente, o petróleo representa 10% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, e que em 2020, a previsão é de que ocupe uma fatia de 20% do PIB brasileiro. O setor Plástico é o 3º maior empregador do Brasil. No entanto, as exportações têm diminuído e o custo da produção é alto. Portanto, a cadeia produtiva precisa obter incentivos fiscais do governo. É difícil concorrermos no mercado internacional. A China, por exemplo, é um país que detém tecnologia de ponta e, lá, não há direitos sociais e trabalhistas. Fica difícil competir”.

         O evento aconteceu no último dia 28, no auditório Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa de São Paulo, com a coordenação do deputado federal Vanderlei Siraque (PT/SP), criador e presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Competitividade da cadeia produtiva dos Setores Químico, Petroquímico e Plástico do Brasil na Câmara Federal (DF). Também estiveram presentes o prefeito de Mauá, Oswaldo Dias (PT); o coordenador político da Federação dos Trabalhadores do ramo Químico da CUT no Estado de São Paulo (FETQUIM), Raimundo Suzart; o presidente da CNTQ, Sindiquímicos e secretário de Meio Ambiente e Ecologia da Força Sindical, Antônio Silvan Oliveira; do presidente do Sindicato dos Químicos do ABC, Paulo Lage; do vice-coordenador do MDIC, Alexandre Lopes; do deputado estadual, Zico Prado (PT) e do vereador Francisco Chagas (PT).

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