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BASF busca ampliar participação em mineração e trabalha com 22 novos projetos neste setor

O Rio de Janeiro começou a sediar ontem (18) até a sexta-feira (21) o World Mining Congress, evento mundial do setor de mineração onde empresas se reúnem para apresentar soluções e novidades ao mercado. A BASF entrou neste segmento em 2009 e procura ampliar sua participação no setor. Para isto, aproveita o evento na capital fluminense para apresentar sua linha de produtos voltados à mineração. “O nosso foco no evento vai ser na nossa linha Rheomax ETD, que melhora e acelera a separação da água do rejeito. Ela concentra o rejeito e o manda para a barragem com menos água“, explicou o gerente de Vendas de mining solutions da BASF para o Brasil e Colômbia, Wilson Modesto. O executivo revelou ainda que empresa atualmente está trabalhando em 22 projetos junto a clientes do setor, desenvolvendo soluções personalizadas. Sobre os planos de crescimento neste segmento, Modesto conta que a BASF tem duas estratégias. “Uma é crescer onde já estamos presentes. A BASF tem uma ampla gama de soluções e queremos aumentar o grau de aplicação delas. A outra linha de crescimento é a busca de novos clientes,  desenvolvendo produtos e soluções personalizadas”, afirmou.

Como é a atuação da BASF na área de mineração?
A BASF entrou no mercado em 2009. A empresa comprou a suíça Ciba e a  alemã Cognis. Por meio dessas aquisições, a BASF criou um portfólio para o mercado de mineração. A gente atua desde exploração e preparação da minas até a destinação final dos materiais. Nós estamos focados na cadeia de processamento de mineral e extração de metais e não metais. Dentro do beneficiamento mineral, a gente tem uma linha de produção que atende a moagem, flotação, separação líquido-sólido e gerenciamento de rejeitos.

Quais as soluções para mineração que a BASF irá apresentar no World Mining Congress?
O nosso foco no evento vai ser na nossa linha Rheomax ETD, que melhora e acelera a separação da água do rejeito. Ela concentra o rejeito e o manda para a barragem com menos água. Essa solução possibilita mandar o rejeito mais sólido para a barragem. Essa aplicação tem uma patente válida até 2024.

E que vantagens isso traz?
Você consegue aumentar a vida útil da barragem, tirando água e mandando material mais sólido. Nossa tecnologia permite que a água seja retornada ao processo ou devolvida ao meio ambiente.

Como é feita a aplicação do produto?
Você aplica o produto dentro da tubulação e já começa a concentrar o sólido. A reação começa na tubulação e quando cai na barragem já está quase finalizada. Acreditamos que esta pode ser uma solução para aumentar o gerenciamento das barragens do Brasil, especialmente após o incidente em Mariana (MG).

Qual a expectativa com o evento?
O principal objetivo é promover a BASF ainda mais como uma fornecedora de soluções de mineração no Brasil. Promover as linhas principais e fazer o networking, aumentando o nosso contato com as pessoas chaves da indústria.

Como estão os negócios atualmente no Brasil?
A parte de mining solutions é uma área estratégica e estamos investindo para inovar e crescer junto com os clientes. No geral, o nosso portfólio tem atualmente 22 projetos em andamento – desde a moagem e flotação até a parte de rejeitos. São estudos de diversos níveis para que a nossa empresa desenvolva soluções para diversos clientes. A BASF sempre trabalha em conjunto com as empresas para desenvolver uma solução personalizada.

Qual a estratégia de crescimento da empresa no Brasil para os próximos anos?
A gente tem duas estratégias. Uma é crescer onde já estamos presentes. A BASF tem uma ampla gama de soluções e queremos aumentar o grau de aplicação delas. A outra linha de crescimento é a busca de novos clientes,  desenvolvendo produtos e soluções personalizadas.(Petronotícias)

 

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